[TAG] Madonna – A Rainha do Pop dissecada em Livros!

 

Decidi fazer essa TAG como forma de descontrair. E deu super certo. Vou postá-la aqui em vídeo e em em texto! Espero que vocês gostem! Eu me diverti MUITO!!

 

Abaixo como a TAG funciona:

 

TAG:
Like a Virgin – O primeiro livro que você leu em 2017
Papa Don’t Preach – Livro com confllito familiar
Erotica – Livro com cenas quentes
Like a Prayer – Livro com tema ou personagem religioso
4 minutes – Livro tão bom que você leu em um dia.
Music – Livro com tema ou personagem musical!

 

Vamos as respostas?!!

 

LIKE A VIRGIN: A Mulher que Escreveu a Bíblia – Moacyr Scliar – Companhia Das Letras

Esse foi o primeiro livro que li em 2017 e comecei com pé direito. Abaixo a Sinopse e o vídeo da Minha Resenha!

SINOPSE: Ajudada por um ex-historiador que se converteu em “terapeuta de vidas passadas”, uma mulher descobre que, no século x a. C., foi uma das setecentas esposas do rei Salomão – a mais feia de todas, mas a única capaz de ler e escrever. Encantado com essa habilidade inusitada, o soberano a encarrega de escrever a história da humanidade – e, em particular, a do povo judeu -, tarefa a que uma junta de escribas se dedica há anos sem sucesso. Com uma linguagem que transita entre a elevada dicção bíblica e o mais baixo calão, a anônima redatora conta sua trajetória, desde o tempo em que não passava de uma personagem anônima, filha de um chefe tribal obscuro.

 

RESENHA: 

 

 

Papa Don’t Preach: Dumplin’ – Julie Murphy – Editora Valentina

Esse é um lindo livro que fala sobre amizade, auto estima e gordofobia e também encontramos um conflito entre Mãe e Filha.

SINOPSE: Especialmente para os fãs de John Green e Rainbow Rowell, apresentamos uma destemida heroína e sua inesquecível história sobre empoderamento feminino, bullying, relação mãe e filha, e a busca da autoaceitação. Sob um céu estrelado e ao som de Dolly Parton, questões como o primeiro beijo, a melhor amiga, a perda de alguém que amamos demais e “estou acima do peso e ninguém tem nada com isso” fazem de Dumplin’ um sucesso que mexerá com o seu coração. Para sempre. Gorda assumida, Willowdean Dickson (apelidada de Dumplin’ pela mãe, uma ex-miss) convive bem com o próprio corpo. Na companhia da melhor amiga, Ellen, uma beldade tipicamente americana, as coisas sempre deram certo… até Will arrumar um emprego numa lanchonete de fast-food. Lá, ela conhece Bo, o Garoto da Escola Particular… e ele é tudo de bom. Will não fica surpresa quando se sente atraída por Bo. Mas leva um tremendo susto quando descobre que a atração é recíproca. Ao contrário do que se imaginava – a relação com Bo aumentaria ainda mais a sua autoestima –, Will começa a duvidar de si mesma e temer a reação dos colegas da escola. É então que decide recuperar a autoconfiança fazendo a coisa mais surreal que consegue imaginar: inscreve-se no Concurso Miss Jovem Flor do Texas – junto com três amigas totalmente fora do padrão –, para mostrar ao mundo que merece pisar naquele palco tanto quanto qualquer magricela.

 

RESENHA: 

 

EROTICA: O Homem Mulher – Sergio Sant’Anna – Companhia Das Letras

Livro incrível de contos com MUITO TESÃO! Encontre todos os tipos de prazer nesse livro.

SINOPSE: A obra de Sérgio Sant’Anna é de difícil classificação. Transgressor contumaz, ele vem desde a década de 1960 testando os limites da prosa, dos gêneros — e da própria ideia de literatura. Seus romances, contos, poemas, novelas e peças de teatro romperam tradições e derrubaram barreiras entre alta e baixa cultura, entre popular e erudito, numa linguagem descarnada tão reconhecível quanto escorregadia, que influenciou inúmeras gerações de escritores. Apesar da explícita vocação experimental, Sant’Anna sempre foi também autor de prosa acolhedora, cujo interesse parece residir não em alienar o leitor, mas, ao contrário, em incluí-lo nos intricados e deliciosos jogos literários que concebe. Os contos de O homem-mulher configuram a expressão máxima dessa ideia. É o caso da história em que o protagonista se apaixona pela vendedora de lencinhos que junta dinheiro para o tratamento de câncer do marido. Em meio à alta carga erótica da trama, o conto também se revela delicado como os produtos da garota. Ou, então, do magistral e imediatamente antológico “Eles dois”, que narra, com força cinematográfica, a história de um casal morando num casarão nos anos 1970.Capaz de surpreender até seus leitores mais antigos, O homem-mulher é também uma perfeita porta de entrada para a obra rica, vasta e memorável de Sérgio Sant’Anna.

 

RESENHA: 

 

Like A Prayer: A Caixa Preta – Amoz Os – Companhia de Bolso

Romance de correspondência incrível do Autor israelense. Um Romance denso e cheio de referências religiosas.

SINOPSE: Que segredos pode conter a caixa preta de um avião que caiu? Revelações sobre as razões da queda, gritos de horror, pânico, tentativas desesperadas de salvação: vestígios da catástrofe. O romance do israelense Amós Oz tem tudo isso, mas a caixa preta a que se refere o título não pertence a um avião, e sim a uma relação amorosa desfeita. Anos depois do divórcio escandaloso, a esposa rejeitada Ilana emerge das cinzas do tempo, da distância e do rancor para passar a limpo seu casamento com Alex Guideon, professor e escritor mundialmente famoso.Com dinheiro, Alex tenta silenciar o passado que sangra. Mas as coisas mudaram. Entre ele e a ex-mulher, agora há também Boaz, filho dos dois, explodindo de juventude e violência, e Michel Sommo, o novo marido de Ilana, burocrata medíocre e fanático religioso. Todas essas vozes, com suas melodias diversas, matizadas às vezes pelos tons mais sombrios da sexualidade (ninfomania, sadomasoquismo, voyeurismo), são brilhantemente orquestradas pelo autor, que aqui se vale da clássica forma do romance epistolar. As várias primeiras pessoas revelam-se por si mesmas, em secos telegramas, bilhetes mal escritos ou longas cartas.Ao mesmo tempo, por trás de paixões pessoais tão intensas que beiram a loucura, desenha-se com precisão o complexo panorama social, religioso e político da vida em Israel nos últimos anos. Fortemente erótico, mas também engraçado e poético, A caixa preta só revela aos poucos sua sabedoria mais funda e amarga: somente a proximidade da morte e a consciência da finitude do corpo podem apaziguar as paixões. Aquilo que parecia apenas uma enlameada rede de intrigas, por meio da solidariedade que lentamente une essas personagens desgraçadas, reveste o livro de uma terrível dignidade. Além de ser inesquecível, este romance conquista algo raro – grandeza humana.

 

RESENHA: 

4 Minutes: We Are Okay – Nina LaCour – Será Lançado pelo selo Plataforma 21

Livro sobre perda e como lidamos com a mesma, como nunca estamos preparados para sofrer.

SINOPSE: “Você leva a vida achando que precisa de muito para viver… até o dia em que vai embora levando somente seu telefone, sua carteira e uma foto da sua mãe.”

Marin não manteve contato com ninguém de sua antiga vida desde o dia em que deixou tudo para trás. Ninguém sabe a verdade sobre as últimas semanas antes da partida. Nem mesmo a sua melhor amiga Mabel.

Mas, mesmo a milhares de quilômetros de distância da costa da Califórnia, Marin ainda sente o impacto da vida e da tragédia que está tentando escapar. Agora, meses depois, Mabel está vindo visitá-la e Marin será forçada a encarar tudo que não foi dito e confrontar a solidão que se alastrou por seu coração.

 

RESENHA: 

 

Music: 30 e Poucos Anos e Uma Máquina do Tempo – Mo Daviu – Editora Rocco

Único livro dessa TAG que eu não li ainda. Mas em Setembro trarei a resenha.

SINOPSE: Imagine poder viajar no tempo para assistir a qualquer grande show da história: os Beatles no Shea Stadium ou no telhado da Apple Records, o Nirvana em um bar minúsculo de Seattle ou Miles Davis no lendário clube Birdland. A norte-americana Mo Daviau transformou esse desejo em realidade no engenhoso 30 e poucos anos e uma máquina do tempo, uma espécie de cruzamento entre De volta para o futuro e Alta fidelidade protagonizado por Karl e Wayne, dois amigos de meia-idade que descobrem um meio de voltar no tempo para assistir a shows incríveis, e a ganhar dinheiro com o negócio. Tudo vai bem até que Wayne decide o óbvio: interferir no passado. Afinal, quem dispensaria a chance de reescrever uma ou outra linha da própria história? Movido a música e romance, 30 e poucos anos e uma máquina do tempo é uma espirituosa, e um tanto nostálgica, reflexão sobre sonhos, escolhas de vida e a passagem do tempo.

 

Espero que tenham gostadop. Façam e me Marquem! Beijooooos!